O short tie dye + pranchas para stand up paddle

O dia poderia ter 40 horas e talvez não fosse o suficiente nesses dias em que ando querendo colocar tudo nos devidos lugares. São tantos detalhes do tipo organizar as fotos que está uma salada mista e não encontro o que o busco, dar aquela batida no closet nordestino e desapegar de muita peça que não uso ou os muquifos (opa, todas são então vou ficar pelada..hahah) no intuito de sobrar espaço para que as mais novas ou vestíveis permaneçam visíveis ou saiam de dentro das malas. 

Tenho tantas fotos dos lugares por onde passo que me perco e acaba ficando sem postar por desorganização. Então, decidi começar aos poucos, no famoso devagar e sempre. Hoje sou eu fazendo parte do bando com minha camiseta cinza e short tie dye. Quando estava em BH, resolvi transformar o velho short branco para ver no que dava. Achei que nunca usaria, seria do tipo mais um que iria parar no saco de doação, mas acabei caindo dentro dele, surrando o coitado pra tudo e muito! 

Na praia ou na cidade ele fez companhia. Com um sol de levantar pipoca da panela, em dias de praia a solução foi catar literalmente o chapéu de Mike, a la mexicano, para tentar mais proteção. Era manhã e tarde exposta ao sol para a felicidade das manchas no rosto.

Na cidade, quando Achei que já tinha visto carros antigos de todas as formas e modelos na exposição anual em Syracuse/NY, me deparei com um totalmente diferenciado pelas ruas na Flórida.
Olha se não é uma graça esse gigante aí embaixo? o interessante é que ninguém se aguentava, tinha que dar aquela paradinha, arrancar o telefone e bater a foto. O que é diferente realmente cobiça a curiosidade das pessoas. Eu que não sou nada modesta fui logo fazer o registro na frente do maquinário e admirar o tamanho da peça. Só não consegui descobrir o nome dessa figura. Fica aí a relíqua pra guardar de lembrança.


Xoxo!

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