A vida e as infinitas curvas

Você acorda com a pulga atrás da orelha, em um dia aclamado por todos de azarento pelo número 13 mais a companhia não muito quista do mês de Agosto, depois de sonhar com casas e prédios vindo abaixo e pessoas em desespero, em um ano de política no Brazil. Você abre o noticiário: Morte de um político, não um qualquer, mas um dos candidatos à presidência da República, nas eleições de 2014. Péssimo dia 13. Ok, é certo que diz a lenda que todos nós temos o dia certo de partida. Cedo ou tarde somos compelidos a deixar esse mundo, é fato. O que eu queria mesmo dizer é que odeio política. Pior ainda é ser obrigada a comparecer nos dias estipuladas para votar, anular ou apertar qualquer tecla para dizer que esteve ali cumprindo a cidadania. Qual cidadania? Diz a CF/88 que o Brasil é um país democrático. Em qual sentido mesmo? Democracia não obriga o cidadão a ir até  as urnas ou justificar o porquê do não comparecimento, sob pena de perdas de direitos. Oi!

E considerando que a vida é uma passagem pelo planeta, um passo de incertezas a cada minuto, cada um com suas alegrias e tristezas (o que dizer com a partida de Robin Williams e outros que se foram nesses últimos dias?), resolvi que esse blog será o meu companheiro. Aqui postarei as incertezas do cotidiano, meus relatos ou o dos outros, meu silêncio, minhas alegrias e afins. Em contrapartida, poderei apenas baixar uma foto e nada mais.

A vida é breve, curta e incerta. Hoje estou alegre, amanhã, se ele existir posso estar triste, doente...e em um piscar de olhos não mais existir. Então, pra que tanta regra? Quero ser eu mesma, entendem? 


Que na estrada da vida tenha muitas curvas e todas dotadas de felicidades e amor!

Soso!

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