Gorda e infeliz!

Calma. Não estou a falar que ser gorda é sinal de infelicidade. Muito pelo contrário. A felicidade está dentro de nós, cada um com sua vida, seu estilo e contentamento. Estou a falar que eu ando engordando muito, e por causa desses excessos de gostosura não me sinto muito feliz. É pessoal, é comigo. É a idade que é uma lástima, a preguiça também. Quanto mais velha, mais necessidade de se alimentar melhor, saudável e claro, de exercitar o corpo, talvez em dobro ou triplo. Só que ando fazendo ao contrário. Comendo mais e exercitando menos. Dá pra ser feliz? Não, impossível.  A felicidade está no ato de comer. Meu Deus, como amo comer. Pode ser arroz puro, não importa. A tristeza é o efeito desse ato adorável que aparece mais tarde.

Nesse contexto, chega-se à conclusão que certo tipo de felicidade depende exclusivamente de nós mesmos. Nós fazemos nossas escolhas sobre o nosso corpo: estar em forma e cheia de energia ou gorda e cheia de dores e até infeliz. Porém, estar em forma ainda que na velhice ou apenas ter mais energia/disposição custa caro, custa tempo. Segundo dados de uma dessas revistas de moda, Cameron Diaz, para ficar com aquelas pernas e corpo maravilhosos, exercita em torno de 2/3 horas por dia, e, claro, acompanhada de um personal.


Se não temos dinheiro nem tempo, então o que fazer? Fechar a boca, caminhar mais, exercitar ainda que apenas alguns  minutos por dia em nosso tempo livre sem depender de personal ou academia (porque custa dinheiro), praticar algum esporte nos finais de semana, ainda que só. Tudo que queima caloria contribui para aliviar os furinhos. Que a preguiça vá embora junto com a infelicidade e nos traga melhores dias na vida.

Gordices e guloseimas provocam excessos de fofuras e furos indesejáveis no corpo. Que eu lembre e decida antes na escolha do que vai à boca. Ou que eu decida dormir menos e caminhar mais...ou que eu encare os excessos de gostosuras no corpo sem reclamar...:((

 Xoxo.

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